No 2º trimestre de 2026, a taxa de desocupação no Brasil foi de 5,4%, segundo a PNAD Contínua do IBGE (tabela 4099), contra 5,8% um ano antes; entre as UFs, a menor foi a de Santa Catarina (2,1%) e a maior, a do Amapá (9,8%). No mesmo trimestre, o rendimento médio real habitual era de R$ 3.738 (tabela 5436), a informalidade, de 37,4% dos ocupados e havia 103,1 milhões de pessoas ocupadas (tabela 4093).
Fonte. IBGE, PNAD Contínua trimestral (SIDRA t/4099, t/4093, t/5436, t/5434), como publicado; "Mil pessoas" convertido para pessoas. Pesquisa amostral: as UFs menores têm margem de erro maior (coeficientes de variação nas tabelas da fonte). A taxa mensal do site (/indicador/desemprego) é o trimestre móvel; aqui é o trimestre do calendário. Não é recomendação de nada.